Sexta-feira, Agosto 31, 2007

Coral Gremig abrilhanta a comemoração dos 55 anos da Cemig



Jean Aquino

No dia 22 de maio a Companhia Energética de Minas Gerais – CEMIG, celebrou no jardim superior do Edifício Sede os 55 anos da empresa. Foi uma festa completa, com apresentação da Banda Musical da PM, bolo e o tradicional “parabéns para você”.Após o pronunciamento do presidente da CEMIG, Djalma de Morais, os empregados, diretores e convidados assistiram a bela apresentação do Coral Gremig-CEMIG.
O coral, formado por funcionários da CEMIG, associados da Gremig e convidados deu um show à parte ao interpretar canções que emocionaram o público presente.
Para Luiz Flávio, maestro do coral, “quando os coristas cantam eles expressam o seu sentimento, revelam o gosto de cantar, e isso reflete para o público.Quando a platéia responde e valoriza a apresentação é muito bom”. Luiz, que vem de uma família de músicos, desde os sete anos colocou o seu talento em prática. Em 1991, em parceria com a Gremig, reativou o coral e desde então dedica seu trabalho ao coral como voluntário.
A principal força do grupo, segundo o regente é a troca de energia que acontece entre os integrantes refletindo na harmonia sinfônica ouvida pelos espectadores. “A figura do maestro é muito importante nas apresentações, é ele quem está entre a platéia e o coral”, completa, orgulhoso do bom trabalho desenvolvido.
Odete Sandra, corista, brinca dizendo que “o coral é família cujo pai é bravo!”. O seu interesse em participar do coral surgiu ao ver um anúncio estampado no Jornal da Gremig e desde o dia que foi até o ensaio não deixou mais o coral. Segundo Odete, o alto astral e o clima de amizade entre o grupo é o principal diferencial.
O diretor de Promoção e Cultura da Gremig, Jorge Mucci, que há 17 anos integra o coral, destaca a diversidade musical existente na apresentação: “nosso repertório é variado e muito bem selecionado, tocamos músicas clássicas, sacras, MPB e folclore brasileiro, chorinho e outros tipos musicais brasileiros”. Jorge completa dizendo que “o coral é tudo para mim, afinal de contas foi através do coral que cheguei à Gremig”.

Harmonia entre os coristas

Muitos integrantes do coral chegam a definir o Coral Gremig-CEMIG como a segunda família, trazendo inclusive os irmãos e filhos para participarem do grupo.
É o caso de João Batista, que está a 3 nos no Coral e trouxe a filha Amanda, de 16 anos para reforçar o coro. O jornalista da Cemig, conta que sempre quis entrar para o coral, porém devido às atividades do dia-a-dia não podia ir aos ensaios. Certo dia, ao assistir a uma apresentação do coral no setor onde trabalha, ficou encantado pelo coro e decidiu fazer o teste para integrar o grupo. Hoje, o músico procura transmitir em suas apresentações a mesma emoção que o comoveu ao ouvir o coral. “Quando você ama a música e canta com autenticidade você se emociona e passa a realidade para o público”, finaliza.
A mesma opinião compartilha Elizabete Silva, que há 8 anos integra o coral. “Cantar no Coral é tudo!” revela com um sorriso no rosto. “O coral é um trabalho em equipe. A melodia sai perfeita quando prevalece a união”.
O alto astral também está sempre presente nos ensaios e apresentações. “O coral é um bem coletivo, onde crescemos juntos. É um trabalho agradável para aprender a cantar em grupo. O equilíbrio do grupo não permite que um membro do grupo sobressaia mais que outro”. Frisa o maestro Luiz.
O gosto pela música e o empenho são as principais motivações de Kátia Lisboa. “Gosto muito do Coral! É desafiante, estamos sempre aprendendo” revela contente Kátia, que há 5 anos faz parte do coral.
Além de atender os diversos convites para apresentações em todo o país, o coral também se apresenta em hospitais e albergues, como forma de trocar energia positiva com as pessoas. “É muito gratificante vermos as pessoas pedindo para nos ouvir e cantando junto com o grupo” revela a presidente do Coral, Odete Sandra, emocionada pelas lembranças de apresentações nestes locais. “Tem momentos que é difícil segurar a emoção!” completa.

Parceria Gremig e CEMIG

A apresentação na comemoração dos 55 anos da CEMIG soa como um agradecimento à empresa pelo apoio dedicado ao coral. Através do setor de comunicação a empresa tem financiado os uniformes, transporte e ainda irá colaborar na gravação do cd do Coral Gremig-CEMIG, previsto par ao fim do ano.
“A parceria entre a Cemig e a Gremig favorece principalmente ao nosso associado e ao empregado da CEMIG, que tem à sua disposição opções como o nosso coral”, comenta o diretor da Sede Campestre de Contagem Teodoro de Jesus.
O coral está sempre presente nas festividades da empresa como o Natal e demais celebrações, sempre recebendo elogios do público que aplaude de pé as apresentações e reconhece também o sucesso da parceria entre a empresa e a Gremig.

Quinta-feira, Outubro 12, 2006

Ética? Algúem conhece esta palavra?


Cheguei à conclusão que política em nosso país é feita basicamente de balela, de fofocas e inverdades sobre os candidatos. Nenhum candidato procura apresentar suas propostas para o país, apenas critica e ataca o concorrente, ganha quem tem menos podres. Não se usa a ética e muito menos a moral para ganhar o voto do eleitor. Aliás diversas são as armas usadas para "conquistar" o voto do eleitor: cimento, transporte de doentes, até dentadura ao povo se distribui!
Mas estava analisando de quem seria a culpa dessa situação, será dos políticos ou será do povo?Creio que os políticos só utilizam esta técnica porque dá resultado, senão, nenhum deles gastaria seu "mísero" salário "ajudando o povo" sem conseguir nada em troca. A principal mudança a ser realizada em nosso país para que tenhamos uma política decente é abolir o papel assitencialista dos políticos. Eles foram eleitos para garantir o que é direito de todo cidadão, não para distribuir remédios ou transportar enfermos, como temos costume de ver.
E isso depende exclusivamente do voto consciente de cada um, que exclua de uma vez por todas esses mal caráteres que usam da máquina pública para garantir seu voto! Fora malditos corruptos de uma figa!!!

Domingo, Outubro 01, 2006

Que magia é esta?




Que magia possui essa Ilha encantada,
que enfeitiça a todos sem permitir reação contrária
Seduz como um boto a encantar suas cunhãs
Desperta em todos uma paixão inexplicável,
algo impossível de simbolizar através de palavras.
Um amor que toma conta do corpo inteiro,
que faz com que nossas pernas obedeçam apenas as toadas de Boi Bumbá
que nossos olhos nem pisquem ao admirar a beleza feita por artistas anônimos,
artistas com inteligência e talento incopiáveis e garra ivejável.
Uma população de carisma e receptividade nunca vistos,
que recebe a todos com uma saudação carinhosa e um abraço amigo,
pessoas muitas vezes sofridas pelas mazelas amazônicas,
mas que nem por isso deixam de estampar a alegria no rosto
e fazem com que o sorriso se torne um vírus contagiante,
que contamina a todos que ousam dar um passeio pelas ruas sempre movimentadas
Bicicletas, motos nessa Ilha tudo se mistura,
tem lugar para todo mundo!
Espero em breve ocupar um lugar nesse lugar fantástico,
que atende pelo nome de Parintins.


É só você querer que amanhã assim será!


"Não dá para apagar o sol,
não dá para parar o tempo.

Não dá para contar estrelas,

que brilham no firmamento.

Não dá para parar um rio

quando ele corre para o mar.
Não dá para calar um Brasil
quando ele quer cantar.
Lula lá brilha uma estrela,
Bote essa estrela no peito
não tenha medo ou pudor
Agora eu quero você
te ver torcendo a favor,
A favor do que é direito,
da descência que restou.
A favor de um povo pobre,
mas nobre e trabalhador,
é desejo dessa gente querer um Brasil mais decente
ter direito a esperança e uma vida diferente
É só você querer que amnhã assim será
Bote fé e diga Lula lá ..."

Terça-feira, Setembro 26, 2006

Manifesto Verdade Relativa

Domingo, Julho 16, 2006

Artesanato e cidadania juntos em Caeté

A Associação dos Artesãos e Artistas de Caeté comemora 7 anos de sua fundação em perfeita sintonia com a comunidade caeteense.

O movimento nasceu por iniciativa dos próprios artesãos que na época de sua fundação, 1999, procuraram o auxílio da Casa de Cultura e convidaram todos os artistas locais a se reunirem. Nascia então a Associação dos Artesãos de Caeté. Hoje com um grupo de 35 artesãos a entidade promove diversas feiras e movimentos artísticos na cidade.

No início as obras eram expostas apenas na praça João Pinheiro, no centro de Caeté, atraindo muitas pessoas que saiam da missa, ou aqueles que faziam uma caminhada pela praça. Com o tempo os associados ganharam força e passaram a ocupar o antigo prédio da Companhia Bárbara, que abrigava também Casa de Cultura. O prédio estava em péssimo estado, “ toda ordem de estrago havia na casa” lembra Lucy Gonçalves, presidente da associação. “Cada artesão colaborou, fazendo aquilo que sabia fazer, levava a peça danificada e trazia novinha, e assim reformamos, deixando o prédio na atual situação que se encontra”. O antigo casarão, um dos poucos que restaram na cidade, torna ainda mais interessantes os produtos expostos em seu interior. Atualmente a Associação enfrenta uma ação de despejo movida pela prefeitura, que solicita a posse do prédio.

A Casa dos Artesãos, como é chamada por muitos, é hoje ponto de referencia de muitos turistas e estudantes que passam pela cidade e até mesmo de moradores que querem adquirir alguma lembrança do artesanato local. “A associação serve como referencia para buscarmos lembranças para amigos distantes e também nos aproxima do artesanato, ao promover oficinas tão interessantes para a comunidade” conta Luiz Francisco que mora na cidade e envia lembranças caeteenses para amigos distantes. “Temos peças espalhadas pelo mundo inteiro: Portugal, Inglaterra, Alemanha...” orgulha-se Lucy, exibindo o livro de visitantes.

Oficinas

Os artesãos promovem oficinas e cursos inteiramente voltados para a comunidade, como oficinas de madeira, fuxico, tricô, pintura, pedra, papel, dentre outros matérias, buscando sempre uma relação estreita de aprendizagem com as crianças e também com os adultos. Através do projeto “Arte na Praça” a comunidade tem um contato direto com o artesanato feito pelos conterrâneos.

Renda extra

Além de ser uma forma de divulgação da arte e cultura caeteense a associação serve também como um auxilio a várias famílias, pois muitos artesão vivem basicamente da venda de seus produtos, impulsionando a economia local. Outra característica da associação é prestar homenagens a artistas locais que se destacaram ou ainda estão presente no cotidiano da cidade, mantendo um elo também com o passado. “Tudo o que podemo fazer para trazer a população para perto do artesanato, nós fazemos, revela a presidente dos artesãos.

O intercâmbio entre outras associações é também uma busca constante dos artesãos, que estão sempre se atualizando através de cursos promovidos por entidades como o Sebrae. “Estamos sempre participando de feiras e cursos fora da cidade, para constante atualização dos membros e troca de experiências com outros artistas, além de divulgar a nossa cidade.” frisa Lucy Gonçalves.

As pessoas que quiserem conhecer o artesanato caeteense e conferir as oficinas podem visitar a sede dos artesãos de segunda a sábado de 14:00 às 17:00 e domingo a exposição é na praça de 9:00 às 17:00, as visitas podem ser agendadas pelo telefone 3651-1964.

Domingo, Junho 25, 2006

As vacas invadem Belo Horizonte



Chegou a Belo Horizonte um dos maiores e mais bem-sucedidos eventos de arte contemporânea do mundo. Trata-se do “Cow Parede”, movimento artístico criado em Zurique, na Suíça, em 1998.
Sucesso desde a sua concepção, trata-se de uma forma muito divertida de expressar a arte de rua e que abre inúmeras possibilidades para artistas de diversos segmentos promovendo a democratização da cultura.
As vacas, que são sagradas na Índia, onde passeiam livremente pelas ruas e são uma tradição religiosa, agora fazem parte de um projeto que envolve a comunidade por inteiro: empresas, artistas, terceiro setor e o publico, que trabalham em conjunto para a criação e sucesso do evento.
As esculturas são feitas de fibra de vidro, em tamanho natural e decoradas cada uma por um artista diferente, podendo ser pintadas, vestidas ou estilizadas, dependendo apenas da criatividade do artista que pode escolher três posições para a mimosa: de pé, pastando ou deitada.
O Cow Parede já foi realizado em mais de 30 cidades, dentre elas Nova York, Chicago, Londres, Tóquio, Lisboa e Bruxelas. A capital mineira é a segunda cidade da América do Sul a receber a exposição, que esteve em São Paulo em 2005, quebrando o cinza da metrópole.
Os trabalhos foram analisados por um comitê de arte, apresentados à empresas para escolha das obras que serão produzidas e expostas. Após o evento as obras são leiloadas e já renderam aproximadamente US$ 11 milhões de dólares para projetos de responsabilidade social. Estima-se que três mil vacas já tenham sido expostas. Em Belo Horizonte as obras irão a leilão no dia 12 de setembro e a renda será revertida para o SERVAS, Serviço Voluntário de Assistência Social de Minas Gerais.
O evento será realizado do dia 20 de junho ao dia 22 de agosto em espaços públicos da cidade.
Portanto, não se surpreenda se encontrar um rebanho solto pelas ruas de BH, é o Cow Parede que vem dar uma voltinha em Minas Gerais!

Domingo, Maio 21, 2006

Pureza de crianca


Que bom seria se mantivéssemos dentro do coraçao a pureza de uma criança
Com certeza não teríamos tantos problemas!
Seriamos mais leves,
Poderíamos acenar da janela do onibus,
Sorrir para um estranho,
Dividir o lanche...
Poderíamos perdoar sem rancor,
Acariciar quem se ama sem medo de ser repreendido,
Enfim, viveríamos sem medo da vida,
O amanhã seria apenas mais um dia de brincar,
Com a inocencia de uma criança!